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Habitação – No Brasil o modelo de moradia de pessoas com 60+, não atende mais as expectativas


O Brasil está diante de um problema, que nem todo mundo está ciente, que é onde irão morar as pessoas com mais de sessenta anos, na sua velhice. Será que o mercado imobiliário está preparado para estes clientes?



O dado que gerou este alerta é que no Brasil, até 2050, serão mais de 70 milhões  de pessoas com mais de sessenta anos, e querem garantias de locais que ofereçam autonomia, suporte e bem estar, e o mercado que hoje está com foco na geração Z, parece não estar atentando para isso.


Existe um público ativo, que ajuda a economia a girar e com poder aquisitivo que não está sendo levado em conta. E os idosos com este perfil não querem ser considerados frágeis, eles querem ser vistos como pessoas que continuam a contribuir para a comunidade, são ativos e querem muito viver.



No Brasil estão começando a pensar em como atender essa demanda, mas na Europa os apartamentos já estão sendo projetados para pessoas com 60+, onde encontram:


-Espaços de convivência e atividades

-Acessibilidade invisível (que não tem aspecto de hospital)

-Serviços integrados (saúde, cultura e lazer)

-Tecnologia de monitoramento discreto

-Design que promove autonomia, não dependência


Aqui existe uma lacuna que não atende 68% das pessoas que já declararam que gostariam de imóveis adaptados e com integração de serviços do que ir para casa dos filhos ou algum outro familiar.


As imobiliárias precisam pensar que este cliente agora prefere ambientes que fomentem o convívio ativo comunitário, garantindo plenitude, dignidade e autonomia.


E parece óbvio que está movimentação precisava estar sendo feita, já que as pessoas alcançaram uma longevidade maior. Para que pessoas com seus setenta ou mais anos, não estivessem dentro de imóveis que dificultam autonomia para quem escolheu viver sozinho, por exemplo.


O Brasil está envelhecendo rápido e infelizmente, a oferta de moradia que atenda as atuais necessidades já está atrasada.


Fonte: Consumidor Moderno, Correio Braziliense, GZH.

 

 

 


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