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Policial – Atirador sentenciado de matar policial civil, em Butiá, pede indenização por danos morais

O caso, que tramita na justiça da comarca de Butiá, onde familiares do sentenciado de 17 anos (com antecedentes por tráfico de drogas e homicídio) preso por atirar e matar um escrivão da policial civil, em ação neste município, por ele ter sofrido agressões físicas e psicológicas após ser apreendido pegou colegas do policial e familiares de surpresa.


Está sendo solicitado o pagamento de R$ 68,3 mil, o equivalente a 45 salários mínimos, sob alegação de ter sofrido agressões físicas e psicológicas após ser apreendido.


 

A Procuradoria-Geral do Estado informou que já apresentou contestação e que está prevista audiência para o dia 26 de março, quando testemunhas deverão ser ouvidas.

 

O policial civil Daniel Abreu Mendes, de 40 anos, que foi morto em 21 de janeiro de 2025, acompanhava uma operação para cumprimento de mandado em uma residência de uma suspeita de tráfico de drogas, os agentes foram surpreendidos por disparos efetuados pelo adolescente, então companheiro da investigada.


O escrivão foi atingido na lateral do corpo e no pescoço. Ele não resistiu aos ferimentos. No local, foram apreendidas armas, munições, coletes balísticos e grande quantidade de entorpecentes.


 Rafaela Cantuária Bandeira, viúva do escrivão, ficou revoltada com a notícia. Ela hoje depende de pensão mensal e apoio jurídico do sindicato da categoria, pois está desempregada. Além de manter processo administrativo para reconhecimento de pensão infortunística vitalícia, prevista para casos de morte em serviço, além da pensão correspondente à promoção póstuma do marido ao cargo de comissário.


Fonte: Jornal da TV GO.

 


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