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Saúde – Conheça a gripe H3N2 que provoca aumento de casos no Brasil

Também conhecido como Influenza A, com a variante que é o H3N2, vem sendo monitorado desde o segundo semestre de 2025, onde iniciou o crescimento de casos no país.


Vamos entender como é este vírus e como ele se classifica. São conhecidos três tipos de vírus influenza: A, B e C. O tipo Influenza A é classificado em subtipos, como o A (H1N1) e o A (H3N2).



Geralmente os sintomas são: febre alta no início do contágio, inflamação na garganta, calafrios, perda de apetite, irritação nos olhos, vômito, dores articulares, tosse, mal-estar e diarreia, principalmente em crianças.


A transmissão ocorre entre pessoas, por meio de gotículas liberadas no ar, quando a pessoa gripada tosse ou espirra. E a prevenção a este tipo de vírus respiratória já é conhecida de todos, distanciamento físico entre as pessoas, uso de máscara e higiene das mãos.


Quando inicia a manifestação dos sintomas, o vírus pode ter estado incubado por três a cinco dias. Mas nem todas as pessoas vão ter sintomas, ou seja, podem ser assintomáticas sem apresentar reações.


O período de transmissão do vírus é diferente em crianças e adultos. Nas crianças o período de transmissão é de até 14 dias, enquanto nos adultos é de até sete dias. Mas a fase de maior risco de contágio é quando há sintomas, sobretudo febre.


A variante H3N2 é menos letal do que a Covid 19, mas tem mais chances de evoluir para casos graves em grupos de risco (crianças, idosos, gestantes e indivíduos com comorbidades).


Recentemente, analisando o período entre 15 a 21 de março, o aumento de internações pela Influenza, demonstra a alta de casos mas especificamente nas regiões Sudeste, Nordeste e Norte.


 O Rio Grande do Sul, aparece entre os 22 centros onde a SRAG – Síndrome Respiratória Aguda Grave, está em alerta, risco ou risco alto, como Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Pernambuco.


Entre os dados divulgados, os vírus que tem causado óbitos, temos: 35,9% foram causados pelo Influenza A; 29,1% pelo Sars-CoV-2; 27,2% pelo rinovírus; 5,8% pelo VSR e 2,9% pelo influenza B.


E por isso é muito importante que pessoas que são consideradas as de maior risco, como idosos, imunocomprometidos e crianças, tomem a vacina contra a gripe.


Fonte: O Globo, Ministério da Saúde, Instituto Butantan.


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