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Saúde – Os diferentes efeitos no cérebro dos jogos nos anos 90 e os atuais

Conforme estudos de especialistas da área da saúde, indicam os efeitos no cérebro dos jogos dos anos 90 e os de hoje, da Geração Z.



Nos anos 90, os jogos terminavam quando você falhava, pois eram horas de foco para conseguir trocar de fase. O cérebro acabava sendo treinado para concluir o jogo, sem recompensa constante, era necessária atenção até o fim.


Quando se falhava, ajustava a estratégia e tentava de novo e este era o processo do aprendizado. Além de fortalecer memória, orientação e foco profundo.


A espera da revistinha com dicas e os novos jogos demoravam dias, meses e isso ensinava a ter paciência, tolerância a frustração e planejamento.


E atualmente, os jogos não acabam, nem os estímulos que tem sido permanentes, o objetivo é manter o jogador estimulado o tempo todo. Neste caso o cérebro é estimulado a buscar por estímulo constante, parar não depende mais da pessoa.


Os modernos priorizam retenção, não desenvolvimento. E o ambiente treina cérebros diferentes.


Até o desafio é guiado, aparecem setas brilhantes, mapas automáticos e salvamentos a poucos segundos, é só seguir instruções. Ao invés de ter esforço cognitivo e atenção.


E na continuidade a vida diária parece lenta, difícil e sem graça, pois o vício do jogo vem do estímulo constante.


Fonte: O Globo, Terra.

 

 


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