Segurança Digital– O ECA digital e seus benefícios, para crianças e adolescentes
- Meta Notícias
- há 17 horas
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A maior segurança em redes digitais, para crianças e adolescentes, ganhou uma ajuda que fará toda a diferença, a Lei ECA Digital, que entrou em vigor na terça-feira (17).
As novas regras que indicam proteção, através da Lei 15.211/2025 do ECA Digital, traz a norma que proíbe autodeclaração de idade em sites e produtos digitais proibidos para menores. Sendo assim as plataformas terão que habilitar controles para verificar a idade dos usuários.
Referente à Lei 15.211/2025, a atualização do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, teve o foco na proteção de crianças e adolescentes no ambiente online, sendo que as responsabilidades devem ser compartilhadas entre Estado, família e sociedade. Pois quando há normas, as big techs investem e cumprem a lei.O que muda então? Vamos a um exemplo prático.
O Google começou a usar inteligência artificial para estimar a idade dos usuários de seus serviços para evitar que crianças sejam expostas a pornografia.
A proteção também passa a valer para qualquer produto ou serviço tecnológico que seja direcionado a crianças e adolescentes, ou que seja utilizado por esse público.
Conheça as regras para verificação de idade:
Marketplaces e aplicativos de entrega de bebidas alcoólicas, cigarros e produtos eróticos devem verificar a idade no momento do cadastro ou da compra e bloquear automaticamente o acesso de crianças e adolescentes a produtos proibidos;
Plataformas de apostas devem impedir o cadastro e o acesso de crianças e adolescentes;
Provedores de conteúdo adulto devem exigir verificação de idade, vedar a mera autodeclaração e remover ativamente contas identificadas como pertencentes a crianças e adolescentes;
Jogos eletrônicos com caixas de recompensa devem impedir o acesso de crianças e adolescentes ou oferecer versões sem essa funcionalidade;
Serviços de streaming devem observar a classificação indicativa, oferecer perfis infantis, disponibilizar mecanismos de bloqueio e garantir ferramentas de supervisão parental;
Buscadores devem ocultar ou sinalizar conteúdos sexualmente explícitos e exigir verificação de idade para o desbloqueio;
Redes sociais devem criar versões sem materiais proibidos ou publicidade direcionada e vincular contas de menores de 16 anos às de seus responsáveis legais.
Fonte: CNN Brasil, G1.


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