Segurança – Programa "RS por Elas", inspirado pelo “Elas por Elas” da Delegada Raquel Peixoto
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A Delegada Raquel Peixoto, que atualmente atua na 1ª Delegacia de Polícia de Bento Gonçalves, criou um projeto chamado “Elas por Elas” em 2021, quando trabalhava na 1ª Delegacia de Polícia de Bento Gonçalves no DEAM - Delegacia Especializada no atendimento à mulher, onde atendendo mulheres vítimas de violência doméstica, notou que elas precisavam de ações voltadas ao fortalecimento emocional, autoestima e autonomia feminina, inserindo a defesa pessoal com orientações preventiva, a práticas já existentes como o acolhimento, por exemplo.
E agora, este projeto serviu de inspiração para a criação do Programa Estadual intitulado “RS por Elas”, que foi transformado em Lei após ter sido aprovado, alcançado unanimidade na votação da Assembleia Legislativa, e em seguida sancionada pelo governo estadual.

No mês de abril, foi entregue ao CIM - Comissão Executiva do Comitê Intermunicipal, um guia estadual chamado “Municípios por Elas”, através da SDM – Secretaria da Mulher, com objetivo de fortalecer a consolidação de políticas públicas as mulheres em cidades do RS. Este guia oferece orientações técnicas para a criação de Organismos de Políticas para as Mulheres (OPMs), fundos e planos municipais de enfrentamento à violência.
São previstas então aulas regulares e itinerantes de defesa pessoal, palestras, workshops e seminários destinados especialmente a mulheres atendidas por Delegacias da Mulher em todo o estado.
A rede de proteção ganha, com a incorporação da defesa pessoal, funcionando como ferramenta no enfrentamento à violência doméstica.São iniciativas como esta, notadas a partir de um trabalho direto com vítimas de violência doméstica, sensível as suas necessidades que demonstraram fazer diferença e ajudar com eficiência tantas mulheres, que deveriam ser estimuladas em todas as cidades.

Diante do registro de 33 feminicídios até meados de maio de 2026, cada ação que possa ajudar as mulheres já contribui muito para que menos crianças e adolescentes se tornem órfãos. Lembrando que os fatos tem demonstrando que os filhos ficam sem a mãe e o pai, nestes episódios de feminicídio, desestruturando famílias inteiras.
Fonte: NB Notícias, Jornal Semanário, Ascom SDM.


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